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SUMMARY:São Paulo Companhia de Dança – Coreografias "Umbó"\, de Leilane Teles; "Grand Pas de Deux de Dom Quixote"\, versão SPCD; "O Som da Chuva"\, de Joëlle Bouvier; e estreia de "Est.ação"\, de Lili de Grammont
DESCRIPTION:Classificação: Livre \nEntrada: Gratuita – Retirar 1h antes do Evento \nInformações: (19) 3464-9424 – RAMAL: TEATRO \nO evento contará com intérprete de Libras e audiodescrição \nUmbó (2021) \nCoreografia: Leilane Teles \nMúsica: Muloloki e Para a Poetisa Íntima\, de Tiganá Santana e Nzambi Kakala Ye Bikamazu e Mama Kalunga\, de Tiganá Santana na voz de Virgínia Rodrigues  \nFigurino: Teresa Abreu \nAssistência de Figurino: Priscilla Bastos \nIluminação: Gabriele Souza \nPara conceber Umbó\, Leilane Teles se baseia em uma premissa batizada por ela como “a criação do desejo”\, que fala sobre o desejo de se tornar quem se quer ser a partir de determinada referência e como isso reverbera no corpo de cada um. Nesse sentido\, o ato de ser inspirado também produz inspiração\, gerando um ciclo infinito. O cantor e compositor Tiganá Santana\, a cantora Virginia Rodrigues e o coreógrafo Matias Santiago são o ponto de partida de Umbó\, que convida o público a apreciar e reverenciar as artes e trajetórias dessas personalidades\, bem como os bailarinos em cena e todos os artistas envolvidos na concepção da obra. \n  \nGrand Pas de Deux de Dom Quixote (2012) \nCoreografia: versão SPCD \nMúsica: Leon Minkus (1826-1917) \nFigurinos: Tânia Agra \nIluminação: Wagner Freire \nO Grand Pas de Deux de Dom Quixote é o momento do casamento de Kitri e Basílio\, personagens principais dessa obra. Coreografado por Marius Petipa (1818-1910)\, o balé Dom Quixote é baseado num capítulo da famosa obra de Miguel de Cervantes\, que narra as aventuras do barbeiro Basílio e seu amor por Kitri\, a filha do taberneiro. \nO Som da Chuva (2026)\nCoreografia: Joëlle Bouvier \nMúsicas: Lucas Warin (criação e produção) com músicas de Alfred Schnittke (1934–1998); Percussion Brazil\, Lucas Warin\, Francisco Canaro (1888–1964)\, Ivo Pelay (1893–1959); Octavio Barbero (n/d–1948)\, Carlos Pesce (1901–1975); Johann Sebastian Bach (1685–1750); Giya Kancheli (1935–2019) Luiz Bonfá (1922–2001) e Antonio Maria (1921–1964). \nFigurino: Fábio Namatame \nIluminação: Caetano Vilela \nApós o sucesso nacional e internacional de Odisseia\, Joëlle Bouvier cria sua segunda obra para a São Paulo Companhia de Dança. Em O Som da Chuva\, a coreógrafa constrói um percurso poético sobre estados emocionais provocados pelo amor\, a partir de figuras femininas marcadas pelo desejo\, pela memória e pela metamorfose. Inspirada pela potência dos bailarinos da SPCD e pela força da natureza brasileira\, a criação apresenta quadros cênicos conduzidos pelos movimentos e pela presença dos intérpretes. Elementos simples — como balões\, tecidos\, objetos cotidianos e um antigo gramofone — compõem um universo visual delicado e onírico. A trilha sonora reúne trechos de obras de Alfred Schnittke (1934–1998)\, Johann Sebastian Bach (1685–1750)\, Gija Kancheli (1935–2019)\, Francisco Canaro (1888–1964)\, Juan d’Arienzo (1900–1976)\, Luiz Bonfá (1922–2001)\,  Antonio Maria (1921–1964)  e Lucas Warin. Paisagens sonoras de tempestade\, vento\, chuva e pássaros ampliam a dimensão sensorial da cena e conduzem atmosferas que transitam entre melancolia\, humor\, delicadeza e intensidade dramática. Os figurinos leves e sobrepostos assinados por Fábio Namatame\, em diálogo com a iluminação de Caetano Vilela\, reforçam o ambiente poético e imaginativo da cena. Sem recorrer a uma narrativa linear\, a obra aproxima abstração\, teatralidade e poesia visual\, percorrendo estados entre sonho\, memória\, transformação e imaginação. \nEST.AÇÃO (2026) \nCoreografia: Lili de Grammont \nMúsica: Ed Côrtes  \nFigurino e adereços: Marco Lima \nIluminação: André Boll \nEm EST.AÇÃO\, segunda obra de Lili de Grammont para a São Paulo Companhia de Dança\, corpos circulam entre chegadas e partidas\, atravessados por forças que mudam sem pedir licença. Segundo a coreógrafa\, três sistemas organizam a dramaturgia da obra: “Uma estação de trem\, uma estação de rádio e uma estação meteorológica. Mais do que lugares\, são dispositivos de observação da experiência humana. Neles\, pessoas\, sinais e atmosferas coexistem em permanente estado de deslocamento”\, fala a coreógrafa. Entre humor\, tensão e celebração\, EST.AÇÃO investiga o tempo\, a comunicação e a inevitabilidade da transformação\, porque talvez sejamos todos estações temporárias por onde vidas\, memórias e afetos apenas passam.  \n 
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LOCATION:Teatro Municipal Manoel Lyra\, Rua João XXIII\, 61 - Centro\, Santa Bárbara d'Oeste\, SP\, 13450-040\, Brasil
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